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Como me destacar como gestor?

Como me destacar como gestor

O trabalho de um gestor pode ser caracterizado de muitas maneiras, a depender de sua posição no empreendimento, da dimensão das equipes que supervisiona e do tamanho da empresa responsável. Tratar desta função é falar em liderança. 

A liderança é um dos pontos mais discutidos da teoria da administração, com perfis definidos em pequenos conjuntos básicos. 

No entanto, o gestor, como um indivíduo, possui nuances que podem afetar positivamente ou negativamente seu desempenho. 

Seja este responsável por um departamento inteiro ou por poucas equipes de higienização interna de carros, destacar-se é possível por meio da exibição de um conjunto de virtudes desejáveis para aqueles que assumem cargos de liderança. 

Pode-se pensar que a manifestação de virtudes é algo que depende da personalidade e do temperamento do indivíduo, aspectos que fazem parte de sua existência e são imutáveis. 

Contudo, muitas das melhores características de um líder podem ser nutridas. 

O que todos os melhores gestores compartilham é o conhecimento de seu papel, de sua responsabilidade e do que significa liderança, aplicando-se ao máximo para estar sempre a par do que precisa ser feito. 

Este artigo tem por objetivo clarificar a compreensão do que é o papel do gestor, de quais princípios e comportamentos devem ser nutridos em sua profissão e de como se destacar nas suas atividades diárias. 

A anatomia do gestor

O gestor é o profissional responsável por desenvolver diretrizes, direcionar sua aplicação, organizar equipes e ciclos de trabalho, estabelecer métricas e princípios de controle, além de monitorar o desempenho de tudo o que foi planejado. 

A função está presente em todos os níveis hierárquicos, com mudanças ligeiras que se relacionam diretamente com seu grau de autonomia, uma vez que os líderes também possuem outros gestores que os chefiam. 

Os sistemas de gestão em uma empresa, a depender de seu tamanho, são envoltos por camadas de película de segurança, onde as responsabilidades de líderes maiores são diluídas em cargos mais específicos conforme se aproxima da cadeia produtiva. 

Considerando a teoria mais amplamente aceita da administração, os níveis hierárquicos em qualquer corporação, de pequeno, médio ou grande porte, podem ser resumidos em três. A função do gestor, assim, pode ser analisada por múltiplas óticas. 

O gestor estratégico 

O nível estratégico é considerado o grupo hierárquico mais alto de uma empresa, formado por profissionais como diretores, controladores e os fundadores do empreendimento, responsáveis pela administração e comunicação de dados para as posições C-suite

“C-suite” é o termo usado para indicar o conjunto de chefias que formam o alto comando de uma empresa, isto é, o núcleo decisório da organização. 

Recebem essa nomenclatura pela inicial de suas posições, sendo as principais: 

  • Chief Executive Officer (CEO) – Diretor executivo; 
  • Chief Operating Officer (COO) – Diretor de operações; 
  • Chief Technology Officer (CTO) – Diretor de tecnologia; 
  • Chief Financial Officer (CFO) – Diretor de finanças; 
  • Chief Legal Officer (CLO) – Diretor jurídico. 

Além desses cargos, os demais gestores estratégicos da empresa estão em contato direto com os diretores C-suite, responsáveis por desenvolver as diretrizes que devem ser implementadas em toda a empresa. 

Gestar nesse nível é estabelecer um curso de medidas de longo prazo, visando o posicionamento de uma empresa de baterias automotivas, por exemplo, anos à frente. 

O gestor estratégico estabelece a cultura organizacional e analisa seus desdobramentos.

O gestor estratégico constrói, junto aos cargos mais altos, o plano de ações para o departamento ao qual está destinado, coordenando análises de mercado para identificação de falhas, oportunidades, ameaças e pontos de reforço no negócio. 

Os profissionais que assumem esses cargos precisam ter uma visão profunda da empresa, conhecendo sua história, o objetivo de seus fundadores, o mercado e a maneira como os demais líderes executam as atividades diárias, supervisionando múltiplas equipes. 

O gestor estratégico 

O gestor tático

No segundo nível da hierarquia corporativa, os gestores no patamar tático são chefiados pelos gestores de nível estratégico. 

Esse profissional é uma ponte entre o alto comando e o chão de fábrica da instituição. 

Os gestores táticos transformam aquilo que foi estipulado pelo planejamento estratégico em ações concretas, adicionando formas mais nítidas aos ciclos de trabalho e criando um passo a passo do que deve ser realizado. 

O corpo de gerentes em grandes corporações é um exemplo comum de gestão tática, onde seu trabalho é estabelecer as ações, o cronograma e as metas em função de períodos, sejam mensais, trimestrais ou semestrais. 

Sistematizar processos ao adicionar categoria A abordagem do planejamento estratégico é a definição do nível tático, um conceito que se manifesta nas seguintes ações: 

  • Criação de equipes com funções específicas; 
  • Definição das lideranças de nível operacional; 
  • Estabelecimento de planos de ação de médio prazo; 
  • Segmentação das diretrizes de nível estratégico; 
  • Implementação de técnicas e equipamentos para o trabalho. 

Portanto, é seguro dizer que o gestor tático é responsável por forjar a estrutura que permite a mensuração das atividades, a definição de critérios de avaliação objetivos e a especificidade do que é realizado no ambiente de trabalho. 

O gestor operacional

Mais próximo do chão de fábrica, o gestor operacional é o supervisor que guia e analisa a execução do plano de ações. 

Tais líderes costumam abranger equipes menores e por isso, possuem um controle maior sobre tudo o que é feito. 

A gestão operacional é importante para garantir que todos os critérios estipulados serão seguidos, além de avaliar a produtividade média da força de trabalho contratada. 

É a sua função que viabiliza o estudo de desempenho de uma empresa de bateria 60 amperes

Imagine que os níveis estratégico e tático desenvolvem práticas de produção e instalam métricas de avaliação calibradas para o ciclo de trabalho desenvolvido, no entanto, o modelo de execução que é adotado pelos colaboradores é distinto. 

Além de prejudicar a implementação do que foi planejado, o problema inutiliza as métricas de desempenho postas, tornando o espaço corporativo caótico e ineficiente. 

Evitar que um cenário como esse aconteça nas empresas é a função principal do gestor operacional. 

A figura do gestor operacional está mais presente nos pequenos e médios empreendimentos, com ênfase nas linhas de produção que exigem grande inserção de trabalho manual, como retoque de pintura automotiva

Organizar todos esses níveis hierárquicos nesses modelos de negócio pode soar uma tarefa não apenas trabalhosa, como pouco efetiva, uma vez que há poucos funcionários. 

No entanto, com ajustes, é possível implementar a gestão em três níveis em qualquer lugar. 

Dicas para uma gestão mais efetiva

Apesar das numerosas abordagens de gestão, todo líder deve nutrir em seu comportamento uma série de virtudes que podem ajudá-lo a exercer seu trabalho com maior efetividade. 

As principais características de um bom gestor são: 

  • Raciocínio de longo prazo; 
  • Perseverança; 
  • Adaptabilidade e percepção; 
  • Boa comunicação; 
  • Habilidade de negociação. 

Para desenvolver todas essas virtudes, que nem sempre surgem naturalmente na construção do indivíduo, é importante traçar mudanças práticas e reais, tanto na vivência pessoal como profissional. 

Dicas para uma gestão mais efetiva

Primeiramente, seja líder de si mesmo

Um gestor precisa encontrar modos de manter as equipes de uma empresa organizadas, um trabalho que exige capacidade perceptiva e um comportamento que sirva de exemplo e inspiração para aqueles que lhe são subordinados. 

O gestor é um vetor que estimula a cultura organizacional da empresa. Para tal, é importante que o líder treine suas habilidades em si mesmo, forçando-se a cumprir horários, a disciplinar sua rotina e cumprir as metas que estipulou para sua vida pessoal. 

Mantenha-se atualizado

O espaço corporativo é marcado por suas constantes transformações. Uma nova metodologia de marketing, o surgimento de uma tecnologia ou o desenvolvimento de ciclos mais efetivos de trabalho são informações que não devem escapar ao gestor. 

Um líder efetivo é caracterizado por sua capacidade de manter-se atualizado, alimentando uma visão profunda do ambiente e facilitando seu processo decisório, guiando a empresa na direção da inovação na prestação de serviços ou criação de chave de carro codificada.

Solucione conflitos com rapidez

Os conflitos podem ser venenos que, pouco a pouco, destroem a organização do empreendimento. 

Tais problemas podem surgir no desentendimento entre funcionários, em variações bruscas de produtividade ou no aparecimento de uma crise externa. 

Em todo caso, o gestor deve estar à frente da solução de conflitos, como a primeira pessoa interessada, servindo como um agente tranquilizador e uma bússola para os demais colaboradores, tornando-os mais confiantes em suas ações. 

Identifique e nutra talentos

O processo de contratação de uma empresa vai além do departamento de Recursos Humanos. 

Um bom gestor é capaz de identificar os pontos fortes nos membros de sua equipe, nutrindo os talentos pouco explorados até então. 

Ultrapassando as exigências básicas para cada cargo, como a emissão de carteira habilitação B, o nível de escolaridade correto e os conhecimentos mínimos na função, o gestor pode transformar positivamente a experiência do colaborador. 

Conclusão

Resumindo, a função de gestor é vital para a sobrevivência de uma empresa, o profissional responsável por planejar, guiar a implementação, controlar o que é feito e avaliar resultados, de modo a calibrar o negócio às condições que gradativamente se manifestam. 

Ser um bom gestor parte da força de vontade em superar obstáculos e aplicar aquilo que é melhor para toda a estrutura, um serviço que exige profunda dedicação. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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