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Inteligência Emocional: entenda a importância

Inteligência Emocional entenda a importância

Todo mundo sempre ouve falar que, para crescer na carreira profissional, é preciso ter faculdades, diplomas, cursos e tudo o mais. Poucas pessoas sabem que, no fundo, a inteligência emocional pode ser tão importante quanto tudo isso.

Na verdade, a falta desse domínio emocional pode chegar ao ponto de inutilizar a inteligência teórica, pois a pessoa pode não conseguir colocá-la em prática. Aliás, certamente já conheceu algum gênio que acabou fracassando socialmente.

De fato, um ser humano pode ter uma inteligência genial em termos de física, matemática ou mesmo programação, inventando um notebook novo melhor do que qualquer outra pessoa normal faria, sem que isso diga algo sobre sua socialização.

Essa imagem do “gênio fracassado” é um lugar-comum que reflete muito bem o fato de que durante séculos nossa cultura valorizou apenas aquilo que se convencionou chamar de QI, que é o Quociente de Inteligência.

Mas hoje já se fala em QE, que é o Quociente Emocional, justamente no sentido em que estamos tratando aqui. O que vem mostrar que o ser humano é muito mais complexo do que imaginávamos, além de que as relações sociais também são.

Assim, a dúvida que surge é se é possível desenvolver a Inteligência Emocional, tal como alguém que faz aula de piano iniciante e se desenvolve. Na verdade, sim, embora a questão seja um pouco mais complexa e também tenha a ver com outros fatores.

Os principais são de ordem genética, além de traços de temperamento e até de personalidade. Tudo isso indica a importância desse assunto para os dias atuais, especialmente no sentido da vida profissional, que é o campo que mais explora o tema.

Tanto que hoje um bom currículo deve conter não apenas a formação técnica do profissional, também chamada de hard skills, mas trazer ainda as habilidades e aptidões que ficaram conhecidas como soft skills, conforme veremos adiante.

Sendo assim, quem está pensando em conseguir um emprego novo, subir de cargo ou entender melhor o processo de recrutamento que as marcas têm adotado nos últimos anos, precisa entender melhor a Inteligência Emocional.

Por isso decidimos escrever este artigo, trazendo os conceitos mais importantes da área e várias dicas que acabam ajudando a desenvolver o assunto de modo pessoal. O mais bacana é que hoje o tema está tão desenvolvido que pode ser aproveitado por qualquer um.

Por exemplo, se um profissional liberal aluga sala de reunião advocacia, ele pode aprender vários gatilhos para utilizar em suas reuniões, de modo a melhorar seus resultados e implementar traços importantes à comunicação e às vendas.

Então, se você quer entender melhor como tudo isso é possível e assim dar um upgrade na sua carreira ou na sua atividade profissional, basta seguir adiante na leitura.

Do que se trata a Inteligência Emocional?

Tudo começa com uma definição técnica, não é mesmo? Aqui não é diferente: a Inteligência Emocional nada mais é do que um conceito psicológico que diz respeito a faculdades humanas voltadas para o domínio das próprias emoções.

Ou seja, não tem a ver com a inteligência comum, que é aquela voltada para um saber acadêmico, científico e propriamente ligado à epistemologia (em termos filosóficos) ou aos processos cognitivos (em termos neurológicos).

De fato, se a pessoa consegue lidar com os próprios sentimentos ela também vai conseguir compreender melhor os sentimentos alheios e como eles influenciam na decisão das pessoas, que são complexas.

Se pegarmos um grupo de técnicos e mandarmos fazerem uma instalação de internet, por exemplo, é bem provável que cada um faça de um modo, embora todos devam chegar no mesmo objetivo.

Isso mostra como o ser humano é complexo, individual e até “irrepetível”, coisa que pode parecer filosófica demais, porém, hoje é comprovada pela ciência genética.

Seja como for, se essa diferenciação já é marcante no caso da inteligência comum, quando falamos da emocional o cenário se torna ainda mais desafiador.

Deste modo, a Inteligência Emocional é esse complexo de sentimentos e emoções com os quais as pessoas precisam lidar. Sendo que a alta inteligência nessa categoria permite uma vida pessoal e profissional mais satisfatória.

Do que se trata a Inteligência Emocional?

Relação com doenças psicossomáticas

O conceito de doença psicossomática é relativamente moderno, mas traz um elemento fundamental para a medicina e para a Psicologia, assim como para compreendermos a importância da Inteligência Emocional.

Até porque não é incomum ouvirmos dizer que vivemos a era da depressão e da ansiedade. Aliás, segundo pesquisa da própria ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil está entre os países que mais apresentam essas doenças no mundo.

Somos o primeiro da América Latina, com 5,8% da população, o que dá um número total de mais de 15 milhões de pessoas. A situação psicossomática ocorre quando a depressão e a ansiedade afetam o funcionamento do organismo.

Há pessoas que, se de repente descobrirem que ficaram trancadas em casa e não existe um chaveiro mais próximo para resolver o problema, simplesmente entram em crise de ansiedade e depois em desespero.

Ademais, hoje já se sabe que doenças como diabetes, problemas cardíacos e até mesmo câncer podem surgir por problemas não resolvidos pelas pessoas.

Tudo isso reflete de maneira bastante radical e clara a importância da Inteligência Emocional, que está simplesmente no extremo oposto, por permitir que as pessoas dominem e saibam digerir bem melhor essas cargas emocionais e sentimentais.

A ciência evoluiu muito na pesquisa desse tipo de realidade, chegando a fazer estudos em várias idades diferentes, para entender como os sentimentos refletem no organismo, tanto em idosos como por meio de estímulos sensoriais para bebês.

Seja como for, no ambiente profissional essas pessoas têm maior capacidade de liderança, de empatia e de se colocar no lugar dos demais, conquistando a confiança de todos. Adiante veremos em detalhes como isso se dá.

O que são hard skills e soft skills

Se pegarmos um profissional de décadas atrás e o colocarmos no universo corporativo de hoje, provavelmente ele terá sérios problemas para se adaptar.

O mesmo vale para uma entrevista ou recrutamento qualquer, já que a realidade da vida empresarial mudou bastante, desde a linguagem até as exigências que as empresas fazem.

Por exemplo, a noção de entrevistas dinâmicas não era tão comum na década de 1990, ao menos não no Brasil, e hoje ela ocorre para os cargos mais inesperados.

É aí que surge a noção de soft skills, que são as habilidades e aptidões não mensuráveis que uma pessoa tem, que é algo bem diferente de um curso de línguas ou um ensino superior, como uma graduação ou MBA (Master of Business Administration).

Realmente, um indivíduo pode dominar inteiramente um assunto como gestão patrimonial, mas nem por isso saber lidar necessariamente com pessoas, ou ainda com situações desafiadoras, como o trabalho sob pressão, que hoje é tão comum.

Aí é que entra em jogo a Inteligência Emocional, que ajuda e muito uma pessoa a crescer ou ao menos a sobreviver em ambientes corporativos. Até porque, muitas vezes, o desafio não é apenas o ambiente em si mesmo, mas as demais pessoas.

Um exemplo claro é o das relações tóxicas, das intrigas e até das fofocas. Nem todo mundo sabe lidar com isso, já que simplesmente bater de frente nem sempre é a melhor solução, a não ser que você queira correr o risco de pagar pelo que não fez.

Portanto, saber administrar as situações mais complicadas é algo que agrega muito valor em uma pessoa, por isso as empresas têm valorizado cada vez mais quem tem essas soft skills, que estão totalmente ligadas à inteligência e controle emocional.

O que são hard skills e soft skills

Como desenvolver essa inteligência?

Há várias maneiras de começar a ganhar domínio sobre si mesmo. Como vimos lá no começo, você pode ter nascido com um temperamento favorável, ou ter desenvolvido uma personalidade que facilita tal domínio.

Contudo, a maioria de nós não nasce com essa facilidade, e pode realmente acabar passando por quadros de ansiedade, depressão e até angústia, o que chega a desencadear comportamentos dos quais nos arrependemos em seguida.

Para quem está iniciando nessa jornada, o melhor modo de dominar a mente e a psique é através do corpo, como por meio de exercícios, tais como:

  • Corrida;
  • Meditação;
  • Pilates;
  • Caminhada;
  • Natação.

Enfim, práticas de atividades esportivas ou físicas são uma ótima saída para começar a ganhar mais controle sobre si mesmo.

Outra forma de atingir os mesmo efeitos é mudar os hábitos, como uma mãe que ficou alguns meses seguidos com o seu bebê recém-nascido, e depois já pode contar com uma creche infantil, o que tende a facilitar bastante a rotina estressante.

Portanto, há situações de cobrança que são incontornáveis, embora temporárias. A vantagem desses exercícios e dessas constatações é que tudo isso ainda aumenta a autoconfiança, pois dominar-se a si mesmo dá uma liberdade interior incrível.

Com isso chegamos ao fim, deixando claro qual é a importância da Inteligência Emocional, seja para a vida pessoal e interior de cada um de nós, seja para a estratégia de uma carreira profissional completa e bem-sucedida.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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