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O que atrapalha o sono da criança?

O que atrapalha o sono da criança

O que atrapalha o sono da criança?

Quem tem filhos sabe o quanto o sono da criança muda, especialmente nos dois primeiros anos de vida.

A criança dorme bem e, a partir de um certo momento, passa a dormir mal, ter despertares noturnos, lutar muito para adormecer (mesmo que esteja com sono!), pula os cochilos do dia, e os pais ficam frustrados, sem saber o motivo de tanta mudança.

Então é sobre isso que vamos falar no post de hoje – sobre os fatores que atrapalham o sono da criança.

A primeira coisa para ressaltar, é que existem fatores externos e também questões comportamentais e fisiológicas que podem influenciar na qualidade de sono das crianças.

Quando pensamos nestes aspectos externos, temos que observar:

Temperatura:

O frio e o calor atrapalham demais o sono, e para dormir bem, a criança precisa estar em uma temperatura agradável, geralmente entre 21 e 24 graus, dependendo do local e da temperatura que a criança está acostumada.

Ambiente de sono:

Algumas crianças dormem em qualquer lugar, com qualquer barulho ou luminosidade, porém, assim como os adultos, existem crianças mais sensíveis que precisam de um ambiente favorável ao sono, inclusive durante o dia.

Portanto prestar atenção no ambiente pode ajudar na qualidade de sono da criança.

Falta de rotina:

Quando a criança acorda, dorme, tem a alimentação e as atividades em horários muito diferentes, o corpo não se prepara para aquele momento. Quando existe uma regularidade do sono e alimentação, as crianças ficam mais preparadas, entendem o momento, e fazem estas atividades com mais facilidade. 

Falta de rituais de sono:

O ritual de sono são os passos que os pais ou cuidadores seguem antes da criança dormir. Quando há um ritual de sono consistente e repetido, a criança entende que está na hora de baixar a energia e que é hora de dormir.

A sugestão é ter rituais menores para as sonecas e rituais de sono mais longos (incluindo banho) para o sono noturno.

Além destes fatores externos, existem questões fisiológicas que influenciam demais no padrão de sono das crianças.

Falta de rituais de sono

Saltos de desenvolvimento:

A criança adquire uma nova habilidade e quer praticar esse novo aprendizado. Podemos citar alguns bem marcantes como aprender a sentar, engatinhar ou andar.

Além do impacto no sono, o bebê pode ter alterações de humor, alterações de apetite e aumento da carência. O choro e a irritação aumentam e o bebê fica mais apegado.

Picos de crescimento:

É o crescimento mais acelerado do que o normal do peso e da altura da criança. A criança pode sentir mais fome nestes períodos, e passar a acordar mais de madrugada.

Ansiedade de separação:

O bebê tem medo que a mãe desapareça para sempre quando se afasta da criança. Acontece geralmente entre 7 e 9 meses, mas pode acontecer desde os 6 meses e se estender até 18 meses (ou em alguns casos mais tempo do que isso).

Regressões de sono:

São fases em que o sono da criança muda, e uma das principais causas das mudanças de comportamento quando falamos de sono infantil. Estas regressões acontecem geralmente aos 4, 8, 12, 18 e 24 meses.

A criança pode passar por algumas semanas de sono mais difícil e voltar a ter o sono melhor, ou mesmo adquirir hábitos inadequados de sono, que devem ser mudados pelos pais.

Nestes casos, um processo de aprendizagem de sono pode ajudar bastante, para que a dificuldade de sono da criança não se estenda por vários meses.

Parassonias:

São distúrbios do sono que acontecem durante o desenvolvimento da criança e que tendem a desaparecer conforme a criança vai crescendo.

Entre as mais conhecidas estão o sonambulismo, o sonilóquio (a criança fala dormindo), o terror noturno e os pesadelos. 

Distúrbios de sono:

São geralmente tratados por pediatras ou médicos de outras especialidades, e entre os mais conhecidos estão o bruxismo, a apneia, a enurese e a síndrome das pernas inquietas.

Obviamente existem outros fatores que interferem no sono da criança, como por exemplo a dentição ou incômodos como cólica ou otite, mas se o seu filho tem um sono ruim sempre, provavelmente não se trata de algo pontual, mas sim de uma questão de sono que precisa ser avaliada de forma mais profunda.

Na maioria das vezes, se trata apenas de uma questão comportamental, de ajuste de rotina, inserção dos rituais de sono e principalmente da forma como a criança adormece.

Informação de qualidade pode fazer toda diferença nesse momento e, se seu filho é saudável, tem o peso e o desenvolvimento adequado para a idade, mas tem dificuldade com o sono, você poderá atuar e ter grande sucesso para ajudar seu pequeno a dormir bem.

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