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Você sabe o que é discalculia?

A discalculia é uma realidade presente na vida de muitas pessoas, mas, apesar disso, poucos conhecem essa disfunção.

Isso acontece porque é muito mais comum ouvirmos falar sobre a dislexia, um problema que acomete algumas pessoas que dificulta a leitura, a interpretação do texto, a linguagem e outras questões do tipo.

No entanto, a discalculia afeta a aprendizagem de uma pessoa tanto quanto a dislexia, sendo importante falar sobre ela. 

É por meio da informação que as pessoas aprendem a lidar melhor com as limitações do próximo e o preconceito é eliminado da sociedade.

Esse conhecimento não cabe apenas aos pais, professores e médicos de quem sofre com o problema, mas de cada pessoa que integra a sociedade, para não haja exclusão ou preconceitos que impeçam a qualidade de vida e a desenvoltura dessas pessoas.

Dessa forma, fica mais fácil lidar com a questão e descobrir soluções saudáveis para ela, beneficiando a todos, tanto na escola quanto nos outros ambientes em que o portador da discalculia convive.

Pensando nisso, vamos falar sobre o que é a discalculia, suas causas, como identificar e fazer o tratamento, como as escolas devem lidar com esse problema e de que maneira os profissionais podem se preparar para lidar com essas pessoas. Acompanhe!

O que é discalculia?O que é discalculia

Algumas crianças, mesmo tendo acesso a todo o conteúdo necessário para obter conhecimento e raciocínio matemático, sentem enorme dificuldade.

Elas não conseguem compreender o significado do número na sociedade, o que ele representa, quais suas funções e a relação desses “símbolos” com o nosso cotidiano.

Elas não compreendem, por exemplo, o papel da matemática e dos números na hora de calcular as medidas de um dessecante container, contas simples do dia a dia, entre muitos outros exemplos.

Por se tratar de um verdadeiro desafio, crianças e adolescentes com essa dificuldade são considerados portadores de uma pequena disfunção conhecida como discalculia.

Essas pessoas não conseguem memorizar números, quantificar a sua idade, relacionar o símbolo numérico às proporções e ao espaço de tempo, entre outras situações.

Tais confusões são frequentes em pessoas que não conseguem pensar dentro de uma perspectiva numérica.

Portanto, trata-se de um transtorno na aprendizagem que tem como característica a inabilidade para raciocinar.

Do mesmo modo, pode-se estender sua definição para a inabilidade de refletir e avaliar tarefas processos que envolvam números ou conceitos de cunho matemático.

Conseguem compreender bem assuntos de outras pautas, como modulo solar fotovoltaico, mas desde muito cedo, essa dificuldade com números é percebida, sendo que é na escola que todos os sinais se expressam de maneira mais clara.

Isso acontece porque a criança está em um ambiente que exige essa capacidade, envolvendo tarefas aritméticas rotineiras.

Causas da discalculiaCausas da discalculia

Existem muitas investigações e pesquisas que buscam explicar as causas da discalculia. Uma delas é a neuroimagiologia, que analisa uma imagem ao vivo da atividade cerebral e do sistema nervoso central.

Graças a ela, pôde ser notado um déficit nas conexões neurais associadas à discalculia, na área cerebral responsável pelo processamento numérico, localizado no lobo parietal do cérebro.

Outras áreas como o córtex pré-frontal, córtex cingulado, a parte de trás do lobo posterior e outras regiões subcorticais, também fazem parte do correto funcionamento das habilidades em cálculos e matemática.

A discalculia acontece por conta de uma condição congênita e um componente genético. Não encontrado, por exemplo, em profissionais de empresa de blindagem de automóveis.

Além disso, também se sabe que um dos genitores da criança geralmente apresenta dificuldades para aprender matemática, não sofrendo, necessariamente, com a disfunção em questão.

Sendo assim, pode-se afirmar que o déficit cognitivo na representação numérica pode ser uma das causas. 

Ele impossibilita a representação mental dos números, torna a decodificação numérica mais difícil e afeta a compreensão do significado das tarefas.

Outras possíveis causas podem estar relacionadas à dislexia, tais como:

  • Transtornos cerebrais neurobiológicos;
  • Insuficiência de maturação neurológica;
  • Alterações psicomotoras;
  • Problemas de memória.

Entre os problemas de memória, algumas causas podem ser exposições da mãe ao álcool durante a gestação, medicamentos no útero e nascimentos prematuros.

Portanto, são indivíduos que conseguem compreender outros assuntos, como as vantagens e o que é paisagismo piscina, mas não têm a mesma capacidade para os assuntos matemáticos.

Identificando o problemaIdentificando o problema

A discalculia é identificada por meio de seus sintomas, que se persistirem, podem ser observados através de testes. 

No entanto, eles variam dependendo da idade da criança. São sintomas que podem ser combinados ou se apresentam de maneira diversa em cada caso.

É um problema mais perceptível na idade escolar, principalmente nos primeiros anos de ensino, momento em que a criança começa a desenvolver habilidades na aprendizagem.

À medida que a criança cresce, as dificuldades ficam mais evidentes, ressaltando a importância de procurar ajuda logo no início.

O mais importante na identificação do problema é que ele ocorra de maneira precoce, o que reforça a necessidade de pais e professores estarem atentos.

É isso o que vai levar até os portadores as ferramentas necessárias para que se adaptem à escola e melhorem seus recursos mentais e estratégias de aprendizagem. 

Os sintomas da discalculia envolvem:

  • Dificuldade para aprender a contar;
  • Problemas para compreender números;
  • Incapacidade para classificar e medir;
  • Dificuldade em reconhecer símbolos numéricos;
  • Erros de ortografia;
  • Confundir os números;
  • Escrever números invertidos;
  • Repetir o mesmo número;
  • Omitir números;
  • Dificuldade para classificar objetos por tamanho ou formato.

Esses são os sintomas comuns em crianças em idade pré-escolar, já as de ensino primário podem apresentar incapacidade para aprender ou lembrar estruturas matemáticas, além de dificuldade em entender a diferença entre a soma e a subtração.

Como tratar a discalculia?Como tratar a discalculia

Tanto para profissionais de fábricas de chiller de contra fluxo quanto para crianças pequenas, o diagnóstico precoce é a melhor saída para encontrar o tratamento adequado. 

Quanto mais cedo, menos atrasos na aprendizagem o portador vai apresentar.

Também são importantes os exercícios modulares, que, graças à plasticidade neural, é possível compensar a função neuronal prejudicada.

Isso faz com que a criança consiga desenvolver novas estratégias, para resolver problemas de maneira eficaz, melhorando, também, o seu desenvolvimento evolutivo.

Também existem os exercícios de estimulação cerebral, desenvolvidos de maneira personalizada, visando atender diferentes perfis de portadores e seus níveis.

Trata-se de exercícios de diversão e jogos clínicos que estimulam as áreas cerebrais que apresentam o déficit. Estes melhoram a capacidade de concentração, atenção dividida, foco, memória operacional dentre outros.

Como as instituições educacionais devem agir

As escolas podem e devem contribuir de maneira significativa para o desenvolvimento do aluno com discalculia. Algumas estratégias recomendadas são uso de papel quadriculado para os alunos que apresentam o problema.

Incentivar o aluno a ler os problemas matemáticos em voz alta, mesmo que não sejam problemas verbais, como quanto de sinalização vertical de indicação precisa para uma casa com 8 cômodos.

A escola também pode incentivar o aluno a tentar adivinhar o resultado como uma forma de começar a resolver os problemas.

A instituição de ensino deve introduzir novas habilidades por meio de exemplos concretos, para depois aplicar algo mais abstrato. 

As ideias e problemas devem ser explicados de maneira clara, incentivando o portador a fazer perguntas.

Junto com um piano usado, contar o número de teclas em voz alta e repetir o processo durante as aulas de música pode contribuir com o aprendizado.

O ambiente de trabalho com esses alunos devem ser livres de distrações, contando com lápis, borracha, folhas, réguas e outros materiais sempre à disposição.

Tarefas que envolvam aritmética precisam de mais tempo, bem como aquelas que envolvam raciocínio matemático.

Os alunos com discalculia precisam mais do que qualquer outro de materiais de referência como tabuadas, fórmulas, calculadoras, incluindo tarefas avaliativas.

Essas tarefas devem envolver diferentes passos encadeados para se chegar a uma resposta. A escola também deve ser criativa e usar situações diferentes para ensinar matemática, como por meio de jogos, receitas, construções etc.

Como os profissionais podem se prepararComo os profissionais podem se preparar

Os profissionais que lidam com instalação elétrica industrial precisam de um bom preparo, assim como os que vão lidar com as crianças portadoras de discalculia.

Eles podem ser professoras, neurologistas e psicólogos, que podem recorrer a cursos online e outros materiais de apoio.

Inclusive, os pais devem estar sempre bem preparados, uma vez que o problema precisa ser pacientemente trabalhado para que a pessoa evolua.

Conclusão

A discalculia não é um problema comum, mas que se for diagnosticada bem cedo e por meio do tratamento adequado, pode melhorar bastante.

É importante que ela seja trabalhada, uma vez que a matemática faz parte de nosso dia a dia de muitas maneiras, seja em casa, na escola ou no trabalho.

Viver sem a menor noção de como lidar com os números pode prejudicar a qualidade de vida do portador de discalculia. E com acesso à informação de como lidar com o problema, a convivência torna-se mais fácil.

A escola, os pais e a sociedade são imprescindível nessa jornada para que o portador compreenda melhor o mundo em que está inserido.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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